Três documentários portugueses selecionados para festival em Amesterdão







O festival decorrerá de 17 a 28 de novembro e na secção unConscious Bias estão Chelas Nha Kau, assinado pelo coletivo Bataclan 150 e pela cooperativa Bagabaga Studios, e Meio ano-luz, curta-metragem luso-brasileira de Leonardo Mouramateus.

Chelas nha kau, que já esteve nos festivais DocLisboa e Sheffiled Doc/Fest (Reino Unido), é um retrato da vida naquele bairro social da zona oriental de Lisboa, foi rodado entre 2016 e 2019 e é apresentado como um filme polifónico que rejeita a hierarquia do cinema de autor, lê-se na página oficial da cooperativa.

Os autores lançaram uma campanha de angariação de fundos para também estarem presentes.

De acordo com a campanha de crowdfunding lançada e divulgada na plataforma PPL, precisam de 1.124 euros para custear a viagem de quatro pessoas ao festival.

Meio ano-luz é uma curta-metragem luso-brasileira de Leonardo Mouramateus, rodada em Lisboa, cruzando duas narrativas: a de um rapaz, sentado numa rua a desenhar as pessoas que passam, e a de um casal que conversa sobre a origem de uma carteira encontrada.

No Festival de Cinema Documental de Amesterdão estará também - na secção Best of Fests - o documentário Yoon, de Pedro Figueiredo Neto e Ricardo Falcão, que acompanha a viagem de Mbaye Sow, um transportador senegalês, ao longo de 4.000 quilómetros entre Portugal e o Senegal.

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